O presente artigo pretende refletir acerca da apatia da sociedade diante da importância da Amazônia para a humanidade, tendo como fundamento a análise crítica do sociólogo francês Gilles Lipovetsky acerca da era da hipermodernidade, numa proposta de diálogo com outras contribuições pontuais e, na riqueza do Sínodo da Amazônia, do Documento Querida Amazônia e da teologia do Papa Francisco, poderemos despertar a sensibilidade e a esperança por um encontrar novas respostas por meio de uma ética verde e o cuidado com a dignidade das pessoas, dos grupos e das minorias amazônicas.